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Vírus Informático

História

Provavelmente o primeiro vírus informático nasceu em 1986 e se chamava Brain, era da classe dos vírus de boot, ou seja, danificava o setor de inicialização do disco rígido. Sua forma de propagação era através de um disquete contaminado. Apesar do Brain ser considerado o primeiro vírus conhecido, o título de primeiro código malicioso pertence ao Elk Cloner, escrito por Richard Skrenta.

Dados estatísticos

Virus
Até 1990 - 80 vírus conhecidos.
Até 1995 - 5.000 vírus conhecidos.
Até 1999 - 20.500 vírus conhecidos.
Até 2000 - 49.000 vírus conhecidos.
Até 2001 - 58.000 vírus conhecidos.
Até 2005 - 72.010 vírus conhecidos aproximadamente.

Vírus

Na terminologia da segurança de computadores, um vírus é um programa malicioso desenvolvido por programadores que, como um vírus biológico, infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos meios.

A maioria das contaminações ocorrem pela ação do usuário executando o anexo de um e-mail. A segunda causa de contaminação é por Sistema Operacional desatualizado, sem a aplicação de corretivos que bloqueiam chamadas maliciosas nas portas do micro.

Os principais danos que podem ser causados pelos vírus são:

  • Perda de desempenho do micro;

  • Exclusão de arquivos;

  • Alteração de dados;

  • Acesso à informações confidenciais por pessoas não autorizadas;

  • Perda de desempenho da rede (local e Internet);

  • Monitoramento de utilização (espiões);

  • Desconfiguração do Sistema Operacional.

Para manter o micro protegido, alguns passos devem ser sempre seguidos:

  • Mantenha seu Sistema Operacional sempre atualizado, no caso do Windows XP, assegure-se que tenha instalado no mínimo o Service Pack 2;

  • Tenha um antivírus, e o mantenha sempre atualizado;

  • Atualize os principais programas de acesso a Internet (navegadores, clientes de e-mails, mensageiros instantâneos);

  • No caso do Windows, nunca abra arquivos anexos em e-mails com extensões .exe, .bat, .scr, .com, .pif, etc, sem antes certificar-se de sua idoneidade.

Nomenclatura dos vírus

Ainda não existe uma padronização na escolha do nome de um vírus. Um mesmo vírus recebe diferentes nomes das várias firmas de antivírus.

A Symantec apresenta um pequeno glossário onde ela se baseia para dar nome a um determinado vírus:

Glossário da Symantec

Ela mantém o objetivo de ao denominar os vírus, indicar já no seu nome certas características, a fim de melhor classificar a ação do mesmo.

A U.S. Computer Emergency Readiness Team (US-CERT), equipe de segurança digital do governo norte-americano, está propondo uma unificação dos nomes. Apresentou um sistema único de nomenclatura, chamado de "Denominação Comum Para Códigos Maliciosos" (CME, na sigla em inglês), visando o fim das diferenças de nomenclatura.

Assinaturas dos vírus

s As assinaturas dos vírus são uma seqüência de caracteres que o representa. É através desta seqüência que os antivírus identificam os arquivos contaminados, pois na maioria dos casos os vírus passam uma parte de seu código para os arquivos ao contaminá-los.

As assinaturas são definidas pelas empresas desenvolvedoras de antivírus com o objetivo de:

  • evitar os falso-positivos (quando um arquivo sadio é apontado como infectado);
  • reconhecer o maior número de variantes do vírus;
  • identificar o código mal intencionado na maior quantidade de arquivos possível.

As assinaturas defininidas pelas empresas não são as mesmas para todos os softwares antivírus, portanto um antivírus de uma marca pode detectar uma variante de um vírus canhecido (pelo fato da parte do código alterado pela variante não afetar a assinatura definida) e outro antivírus de outra marca pode não detectá-lo.

Técnicas de esconderijo dos vírus

Os vírus (seja de que tipo forem) escondem-se e protegem-se cada vez melhor dos antivírus e do acesso das pessoas. Eis algumas técnicas usadas por alguns vírus:

  • Encriptação:

Os vírus usam a encriptação para que o código não fique visível para os antivírus e para que não possam ser apagados do ficheiro original. Esta técnica é usada para que os vírus permaneçam mais tempo no computador. Mas os antivírus da actualidade já estão preparados contra esta técnica, apesar de ser difícil conseguirem eliminá-los.

  • Desactivação de antivírus (se possível):

Quando os vírus desactivam os antivírus, eles não são identificados e conseqüentemente não são removidos.

  • Esconder-se nas pastas do sistema:

As pessoas não querem estragar o seu sistema operativo removendo ficheiros do sistema, portanto muitos vírus escondem-se lá para evitar que o usuário os remova manualmente.

Fonte: Wikipédia


Referências:
Hackers | Crackers | Worms | Spywares | Trojan Horse |!| Google | Wikipedia

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